Tuesday, July 3, 2018

Dasafios da UX para idosos

O envelhecimento da população é um fato. A pirâmide etária fica com o seu topo, composto de pessoas mais velhas, cada vez maior e com a sua base diminuindo com as gerações, que vem diminuindo o número de filhos e têm vivido cada vez mais.

Estudos recentes do Census Bureau indicam que em poucos anos a população de idosos, pessoas acima dos 65 anos, superará a de pessoas abaixo dos 18 nos Estados Unidos.

Considerando isto como ficam os desafios da user experience para esta fatia dos usuários que tende a crescer cada vez mais?

A visão, audição e até mesmo a coordenação motora tendem a piorar conforme a idade da pessoa avança, sendo assim noções de acessibilidade particulares devem ser planejadas.

Quando se pensa em acessibilidade logo se imagina naquela projetada para pessoas com algum tipo de deficiência, porém existe um caso especial pouco pensado pela maioria dos desenvolvedores que é o dos usuários idosos.

Alguns questionamentos válidos são: será que os símbolos escolhidos como ícones são de fácil entendimento por parte deste público? O ícone de um disquete para salvar um dado arquivo é compreensível, mas será que reticências (três pontos em sequência) é tão universalmente reconhecível como uma expansão para um novo menu ou opções?

E os controles gestuais, no caso dos celulares, são intuitivos? Será que que aparelhos sem botões físicos, como no caso dos mais novos modelos do mercado, acabam por segregar esta parcela dos usuários?

O intuito desde artigo não é propor solução alguma, mas sim levantar um questionamento para desenvolvedores. A vivência e experiência digital das gerações impactam diretamente em quão boa é a ux de certo produto e não se deve excluir uma parcela tão significativa dos usuários, atuais e futuros, por uma simples questão de negligência.

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